1.11.05

Bloga-me

 



10 comentários:

João Carlos disse...

Sua romantica incuravel.
Quem te conhece não te reconhece nestes textos...ou talvez sim...sei lá.
Eu não te reconheci...
Falta de ácido!!!

Ósvaldo Pato disse...

Blogar como se duma guitarra se tratasse é problemático. Unhas compridas arranham para caraças!

Francisco disse...

Pelo que eu já vi, tens uma boa escolha de imagens e de palavras
Não está pesado em conteúdo e torna-se agradável.
É a primeira impressão. Continua!

miguel disse...

A minha alma está parva! Estupidamente parva! Achei que o omntario do João Carlos, diz o que eu queria ter a arte de dizer, por iso faço minhas as palavras dele: "Quem te conhece não te reconhece nestes textos...ou talvez sim...sei lá." E eu acho que é iso mesmo. A vida dá-nos experiencia e transforma-nos e por vezes, nem nós nos conhecemos a nós próprios ( a lingua portuguesa é mesmo complicada...). Acho que foi uma agradavel surpresa. Miguel

Anónimo disse...

bloga-me: um imperativo para muitos poemas, muitas "estorias", muitos pensamentos.

Para começar, uma questao - "bloga-me" - ordem, pedido ou conselho ou ...?

Tenho a certeza que tao bela selecçao de textos escondem uma capacidade tambem para a escrita. Por que nao a tentativa aqui no "mi bloga"?

Beijinho,
Carla F. B.

oscar disse...

serena

Antonio disse...

Agrada-me este semblante de olhar,nutrido de uma luz tranquila e franca que me cativa a curiosidade ......
Este Blog tem essa e outras qualidades que talvez estejam só um pouco escondidas pela dureza da vida da autora.

Parabens
Antonio

Cristina disse...

Continua a partilhar com o mundo o que gostas. Ensina-nos a apreciar as palavras.

Cleopatra disse...

ENCONTREI-A!!
E sempre a imaginei assim....


TAMBÉM!!!

Parabéns.
Voltarei sempre!!!

Nilson Barcelli disse...

Continuarei a "blogar-te", como pedes.
Mucho...
Beijo.

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Bloga-me, bloga-me mucho!

Bloga daqui, dali e de acolá.

Bloga-me com ironia, com humor, com ternura ou de todas aquelas formas todas que sabes.

Bloga-me a duas, a três ou a quatro mãos. Bloga-me como se dedilhasses uma viola ou um contra-baixo.

Bloga-me nas ausências, nas presenças, nas angustias e nos medos.

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