Hoje apetecem-me flores novamente. Flores verdes com umas pontas de vermelho muito escuro.
Verdes de esperança. De esperança que esta dor atroz se vá. Que me deixe de consumir e de tornar a alma dormente a cada guinada mais forte.
Verde da cor do equilíbrio, da paz e da harmonia. Verde, daquele verde, que purifica o corpo e renova as energias.
E depois chegam os toque de vermelho escuro e profundo.
Um vermelho nocturno, feminino e secreto. Um vermelho que encoraja e seduz como a essência do fogo e da paixão Um vermelho forte e de vitalidade. Forte como a paixão pela vida e as cores a acompanham.


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4 comentários:

J. disse...

Bonito, gostei.

Cleopatra disse...

A alma dos poetas e, principalmente, a alma das mulheres, é assim mesmo... Vermelho...de paixão...amarelo por vezes....Aí doi muito...
Em repentes de vermelho e em quedas verticais de Amarelo, lá nos vamos confrontando connosco... e com os outros.

Isto que escreveu é POESIA!!
Gostei muito.

António Maciel disse...

Hoje apetece-me que todas as flores do mundo nunca sequem...que as pétalas nunca deixem de fazer as suas funções...que todos os seus órgãos sejam protegidos por uma atmosfera saudável, respirável...que todas as doenças sejam extintas...que todos os nossos amigos estejam sempre ao nosso lado...que tu Eva!!! Melhores rápido!!!
Um beijo com muito carinho do amigo,
A. Maciel

Buera disse...

Escreve mais Eva, quero mais.
Parabéns
um beijo ao Afonso

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